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Vigília pela cultura juntou profissionais e público nas Caldas da Rainha


foto: Arquivo / Legenda: Caldas da Rainha foi uma das cidades do País que acolheu vigílias sexta, 22 maio 2020

Do teatro às artes plásticas ou ao público, cerca de 45 pessoas participaram, ontem, nas Caldas da Rainha, numa vigília silenciosa visando alertar para a precariedade dos profissionais da cultura privados de rendimentos devido à pandemia de Covid-19.
“O estado de calamidade veio por a nu todas as chagas do sector já de si precário”, afirmou Tânia Leonardo, promotora da vigília iniciada às 09h00 nas Caldas da Rainha, para “dar visibilidade à situação que afecta mais de metade dos profissionais da cultura, sem apoios, sem rendimentos e a viver da solidariedade”.
A mensagem é passada “em silêncio”, por agentes culturais que em grupos de três fazem turnos de meia hora, empunhando um cartaz com uma questão: “E se tivéssemos ficado sem cultura?”.
“Que seria das pessoas se tivessem de cumprir o confinamento sem livros, sem música, sem os conteúdos que tantos agentes culturais disponibilizaram ‘online’?”, questiona Tânia Leonardo, lembrando que a pandemia deixou “completamente desprotegidos estes profissionais que precisam de respostas urgentes, mas também de verdadeiras políticas culturais de médio e longo prazo”.

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