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Comissão ameaça com protestos contra atrasos na modernização da Linha do Oeste


foto: LFC/Arquivo sexta, 05 junho 2020

A Comissão para a Defesa da Linha do Oeste criticou ontem os sucessivos atrasos na modernização da Linha do Oeste, admitindo avançar com acções de protesto se não for iniciada a obra considerada essencial para aquele eixo ferroviário.
Os prazos de execução da modernização da Linha do Oeste entre Meleças e Caldas da Rainha, que deveria ser concluída até 2022, “estão claramente hipotecados”, alertou a comissão, num comunicado em que critica os atrasos no arranque da obra.
O projecto de modernização da Linha do Oeste foi desenvolvido pela Infraestruturas de Portugal (IP) no âmbito do programa Ferrovia 2020 para ser executado, de forma faseada, em duas empreitadas.
A primeira, cujo concurso público foi publicado em Julho de 2019, corresponde à electrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras, num investimento estimado de 68,5 milhões de euros. Aquando do lançamento do concurso, o secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, anunciou, nas Caldas da Rainha, que até final de Novembro seria lançado o segundo concurso, contemplando a intervenção no troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, num valor de 30,4 milhões de euros.

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